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quarta-feira, 17 de julho de 2019

O desenvolvimento da escrita acadêmica


Ao longo de todo o curso fomos preparadas para desenvolver a escrita, sobretudo a acadêmica. Através de diferentes proposições e, principalmente a construção paulatina do blog, pudemos refinar essa habilidade, através da reflexão, autocrítica e apontamentos realizados pelos docentes.
A oficina de produção textual, proposta pela professora Ivani de Souza Àvila foi outro momento rico pois pudemos vivenciar processos criativos de produção escrita, saindo de uma perspectiva de um “não saber” para uma abertura de possibilidades no mundo das palavras. Por fim, trago a potência dos textos, artigos científicos e livros lidos durante esses semestres e o quanto estes enriqueceram a minha escrita durante esses quatro anos.
Portanto, desenvolver a habilidade de escrever com clareza e coerência é imprescindível nos cursos de formação de professores. Nesse sentido, a equipe do PEAD, vêm auxiliando de maneira significativa para que seus alunos tenham êxito.


domingo, 23 de dezembro de 2018

Fracasso escolar: desafios e possibilidades



A compreensão do fracasso escolar foi um dos fatores trabalhados na graduação de Pedagogia, afinal todos anos milhares de alunos passam por esse processo. Nesse sentido, o olhar do professor, a escuta atenta e apurada, a proximidade dos alunos, sua metodologia de ensino, os estudos realizados que amparam sua prática, são alguns dos muitos fatores que implicam no sucesso ou fracasso de crianças, jovens e adultos.
A maneira como a escola lida com o fracasso escolar de seus alunos é fundamental para que ocorra um possível sucesso. As concepções que carregam sobre o processo de ensino/aprendizagem, de criança, de sujeito cognoscente, afetam diretamente os sujeitos envolvidos.
 Enquanto professores atuantes nos mais diversos níveis de ensino é fundamental que tenhamos um olhar atento e apurado para cada aluno. Considerar suas especificidades, sua maneira de aprender, dinamizar as aulas, tornando-as atraentes é importantíssimo.

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Postagem refletida: http://palavreandosobreinfancias.blogspot.com/2016/12/sobre-o-fracasso-escolar.html

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A riqueza do Projeto de Aprendizagem


Sem dúvidas, um dos maiores desafios do semestre foi a elaboração do Projeto de Aprendizagem proposta pela disciplina de Seminário Integrador IV, em grupo, no qual elegemos estudar sobre a psicopatia. Tema complexo e que nos exigiu muitas leituras, pesquisas e até mesmo apreciação de filmes sobre o assunto.
Na busca pela compreensão da psicopatia, nosso grupo elaborou um plano de ação para chegarmos a resposta da pergunta inicial: Uma pessoa nasce psicopata ou se torna? Para tanto, nos valemos de diversos recursos.
Elaboramos o "quadro de certezas e dúvidas", no qual cada participante pode colocar seus conhecimentos prévios sobre o assunto, bem como as dúvidas a serem sanadas. Passado esse momento inicial de explosão de ideias, foi o momento de buscarmos informações sobre o assunto através de pesquisas em livros, na web, leituras de artigos, revistas científicas, bem como assistir vídeos relacionados ao tema a ser investigado. Construímos e reconstruímos mapas conceituais que evidenciaram nosso processo de descoberta e aprendizagem sobre o tema.
As discussões em sala de aula ou no ambiente virtual sobre o tema com o intuito de trocarmos ideias sempre foram muito ricas e esclarecedoras. Trabalhamos enquanto grupo, na busca de construir um trabalho consistente e bem embasado teoricamente. Entrevistamos um profissional habilitado (psicólogo).
Nosso desejo é de continuar aprofundando a nossa pesquisa sobre esse tema tão pertinente. Para tanto, novas dúvidas terão de ser sanadas, algumas certezas desfeitas. Pesquisar é isso, é um questionar contínuo, é um ir e vir, é uma busca permanente.


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Sobre o Fracasso Escolar


         Todos os anos, milhares de crianças, jovens e adultos sofrem com o “fracasso escolar”. Um sintoma que mascara uma série de outros fatores que necessariamente estão implicados nesse processo. Nesse sentido, precisamos levar em consideração a história vital do sujeito, sua modalidade de aprendizagem, o contexto familiar e social, a metodologia de ensino, dentre outros.
         A maneira como a escola lida com o fracasso escolar de seus alunos é fundamental para que ocorra um possível sucesso. As concepções que carregam sobre o processo de ensino/aprendizagem, de criança, de sujeito cognoscente, afetam diretamente os sujeitos envolvidos.
         Enquanto professores atuantes nos mais diversos níveis de ensino é fundamental que tenhamos um olhar atento e apurado para cada aluno. Considerar suas especificidades, sua maneira de aprender, dinamizar as aulas, tornando-as atraentes é importantíssimo.
É imprescindível conceber o aluno como um todo não fragmentado. Para além do ver, precisamos olhar nossas crianças com maior seriedade e responsabilidade.
         Afinal, enquanto a escola se eximir de seu papel de promotora de saúde no aprender, continuaremos a elevar o número de fracassos escolares.
O fracasso escolar, vivido por muitas crianças, pode ser pensado então como a emergência, a visibilidade de uma articulação entre um sintoma social e um sujeito. Pensar que o fracasso escolar seja um sintoma social não seria de todo desarrazoado, e tal pensamento faria uma convergência com a idéia de um fracasso escolar produzido pelas relações que se dão no interior da instituição escolar. (KUPFER, 2000, p. 130)

         Precisamos trabalhar a partir daquilo que o aluno já sabe, de seus conhecimentos prévios. Valorizar a bagagem cultural das crianças, trabalhar a partir do potencial e não da lacuna. Deixemos de lado as velhas concepções de aluno fragmentado, muitas vezes, divido entre corpo e mente.



Referência


KUPEFER, Maria Cristina. Educação para o futuro: psicanálise e educação. São Paulo: Escuta, 2000.

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Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas

Rubem Alves, assim como eu, concebe a educação como um processo libertador, onde alunos e professores possam voar. Nesse sentido, vê a educação para além dos currículos e conteúdos programáticos que pouco significam e dizem sobre a realidade dos alunos e comunidade.
 Idealiza uma escola que não fragmente os saberes e alunos. Que dê espaço para o corpo e não preconize somente a mente. A educação deve ser um ato prazeroso para alunos e professores e não processos de dominação e verticalização de conhecimentos. Há de ser dialógica, sensível e aberta.
Indubitavelmente, o blog tem sido um excelente recurso de reflexão e construção de conhecimentos, onde teoria e prática se misturam compondo um lindo saber. Pensar e refletir sobre educação e minha prática pedagógica, diariamente, me auxilia a idealizar uma “escola asas” e romper com essa perspectiva de “escolas gaiolas”.
Concebo a criança como um sujeito de direitos e luto diariamente para que esses direitos se efetivem nas práticas cotidianas da educação infantil. Ter o conhecimento teórico é importantíssimo para respaldar minha prática.
Nesse sentido, procuro estudar sempre, tendo a certeza de que o conhecimento é infinito. Respeitar as crianças, seus interesses, tornar os contextos de vida coletiva- as escolas de educação infantil- espaços prazerosos, espaços onde a vida aconteça... Eis a minha luta diária!

 Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. (Rubem Alves)


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A importância da síntese reflexiva


A síntese reflexiva é um excelente instrumento de aprendizagem que permite ao aluno a realização de uma reflexão aprofundada sobre as diferentes interdisciplinas, relembrando as experiências vivenciadas. Dessa forma, há uma (re) construção e ressignificação de pensamentos e saberes.
Sem dúvida, o significado da síntese reflexiva tem mudado ao longo do curso. Para além de um trabalho final, é um momento importantíssimo na elaboração dos conhecimentos construídos durante o semestre e uma aprendizagem muita valiosa.
Através dela, aprende-se a estabelecer relações entre os diferentes saberes trabalhados ao longo do curso, relacionando-os com a prática pedagógica. Exercita o pensamento crítico e reflexivo. A apresentação da síntese é outro momento de aprendizagem, onde aprendemos a nos posicionar com clareza, coerência e o objetividade, fatores essenciais no ambiente acadêmico.

Por ser um momento de culminância do semestre, essa escrita demanda tempo e reflexão apurada para que contemple todos os itens necessários. Sendo assim, é um momento que exige esforço cognitivo.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Recomeços...


Iniciamos um novo semestre! Que alegria reencontrar nossos queridos professores, tutores e colegas. À medida que o tempo vai passando criamos laços de fraternidade com aqueles que dividimos o espaço acadêmico. Quantas aprendizagens e vivências experienciamos juntos ao longo desses três semestres.
Aos poucos nossos modos de “ver” e “olhar” foram se modificando, tornando-se mais apurados. Nosso cabedal de conhecimentos ficou mais rico e coerente. O pensamento crítico e reflexivo mais afinado.Sem dúvida, o quarto semestre será recheado de descobertas, (re) construção de conhecimentos e ressignificação de saberes. 
É visível o crescimento do grupo como um todo. Essa percepção é possível, principalmente, no “Workshop de Aprendizagem”, onde acompanhamos o nosso processo e dos demais colegas. Quanta riqueza guarda esses momentos que é muito mais significativo que uma prova, onde os conteúdos, na maior parte das vezes, são decorados ou memorizados.
Nesse sentido, o portfólio de aprendizagens se faz muito pertinente pois permite a construção de aprendizagens significativas. Através dele é possível realizar uma reflexão das diferentes interdisciplinas, relacionando teoria e prática.
Do mesmo modo, promove a autoria de pensamento, o desenvolvimento de uma escrita crítica e coerente, além de um enriquecimento do vocabulário. Sem dúvida, um excelente recurso de aprendizagem. 
Que venham novas aprendizagens!!!!


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