Através
dos estudos realizados ao longo do curso pude ampliar e ressignifcar meu olhar
no que ser refere a educar as infâncias em tempos pós-modernos. Nesse sentido,
cito mais uma vez a interdisciplina de “ Infâncias de 0 a 10”, que proporcionou
reflexões valiosas.
Vivemos
em uma sociedade permeada por prazeres e desejos efêmeros, com um
empobrecimento de significados muito grande. Consumimos, num ritmo
enlouquecedor, não há pausa para a reflexão, a contemplação do belo.
Parafraseando com Descartes– Consumo, logo existo!
Os
desafios que a sociedade e a cultura, que se modifica constantemente,
pós-moderna nos apresenta é muito grande. O culto a beleza e a juventude, a
busca da felicidade, do status, da realização dos desejos, do imediatismo e de
tantas outras características que caracterizam esse momento, acabam construindo
sujeitos implicados nesses modos de viver e significar a vida. Imbricada em meio a tudo isso está a infância, produtora de
culturas infantis ricas, mas ao mesmo tempo, crianças que estão constituindo a
sua estrutura psíquica, corporal...
Nesse sentido, é preciso, que enquanto educadores, tenhamos um olhar muito atento nesse
sentido. De modo que ajudemos a constituir sujeitos inteiros, movidos pela
pulsão de vida. É preciso que ampliemos os repertórios de nossos pequenos,
mostrando novos horizontes possíveis para além do consumo, do imediatismo, da
falta, da lacuna.

Postagem refletida: http://palavreandosobreinfancias.blogspot.com/2015/11/osdesafios-de-educar-uma-infancia-pos.html
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