Apesar
de contarmos com as leis 10.639/2003 e 11.645/2008 que concedem a
obrigatoriedade da cultura afro brasileira e indígena no âmbito escolar, não é
assim que ocorre na prática. Trago essa fala da minha própria experiência como
professora ao longo de anos.
Muitas
vezes, essas temáticas tão importantes e essenciais ficam relegadas ao
esquecimento, sendo lembradas apenas nas datas comemorativas como Dia do Índio
e da Consciência Negra. Nesse sentido, não generalizando, mas em grande parte
das escolas- são feitos trabalhos pobres e descontextualizados.
Essas
culturas ricas e imprescindíveis para compreendermos os diferentes contextos
culturais da humanidade, aquilo que nos diferencia e nos une enquanto seres da
mesma espécie, aquilo que significa e traduz muitos de nossos hábitos e
atitudes- é deixado de lado. Não raro nos deparamos com discursos e concepções
rasas, superficiais, estigmatizadas e preconceituosas.
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